quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Paraibuna completa um mês sem Carlinhos do Presépio

Em 23 de dezembro de 2012, falecia Carlinhos do Presépio. Reproduzo homenagem de José Vicente Faria lida da missa de 7º dia.



CARLOS DE SOUZA BATISTA, ou simplesmente, Carlinhos do Presépio, já na infância exercitava sua tendência artística, fazendo figuras de barro, no Bairro do Itapeva, onde nasceu e foi criado. A vontade de ter um brinquedo eu não podia comprar levou-o a buscar na natureza sua fonte de diversão.

Na juventude trabalhou na Igreja Matriz e foi um dos poucos, junto com Da. Sofia, que aprendeu os repiques de sino criados pelo Seu Siqueira.

Na década de 1970 sua arte criativa foi exercida em quase todas as festas religiosas, enfeitando igrejas e montando andores para as procissões com muita criatividade.

Mas as figuras de barro criadas por ele e as montagens de presépios na Igreja e na Praça da cidade, marcou sua vida a partir da década de 1980.

Depois sua arte foi levada para o Estado e para o país através do Revelando São Paulo na montagem dos altares de Nossa Senhora Aparecida e, em seguida, na montagem das famosas Charolas que são andores montados em Carro de Boi, de grande repercussão nos eventos, e que enalteceram o nome de Paraibuna e ainda são muitos admirados e comentados.

Montou, ainda, presépios em várias cidades do Estado, mas sua vida era Paraibuna.

Por circunstâncias alheias à sua vontade não pode montar o presépio na Praça neste ano de 2012. Com muitos problemas de saúde Deus resolveu chama-lo às vésperas do Natal, onde, com certeza, ele reverá todas as belezas que construiu na vida em homenagem a Deus Menino e Nossa Senhora.

2 comentários:

ANDERSON SANTOS disse...

Boa Tarde! Estou fazendo um levantamento sobre a vida do artista Carlinhos e precisava saber se essas informações são de sua própria autoria ou se você pegou referências de algum outro local? Se você quiser saber alguma informação sobre o meu projeto, entre em contato comigo! Obrigado

Rogério Faria disse...

Anderson, boa tarde. Esse texto é de autoria do meu pai, José Vicente Faria, citado na abertura. Você está fazendo esse trabalho por onde?

Abraço.

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